FISIOTERAPIA DO CLUBE SEGUE COM BONS RESULTADOS

Os torcedores do Mackenzie podem ficar tranquilos: “aqui nós desenvolvemos nossos atletas e fazemos muito do que há de melhor e mais atualizado em avaliação, prevenção, reabilitação e treinamento esportivo”. É o que afirma Weslei Luiz de Oliveira, que além de fisioterapeuta é educador físico e especialista em fisioterapia ortopédica e esportiva.

Para o profissional do clube, o processo de formação do atleta se inicia na infância: “a criança precisa brincar, ter contato com diferentes tipos de experiências para que possua o maior repertório motor possível”. Durante essa jornada, a sintonia profissional entre fisioterapeutas e educadores físicos, aliados aos trabalhos técnicos, é fundamental para qualidade do treinamento e obtenção de resultados expressivos. “Nosso trabalho é conjunto e tem que estar bem afiado com a preparação física. Se a parte deles não vai bem o meu também não vai e isso é recíproco… Se reabilito mal, o atleta não atinge o alto desempenho”, contou Wesley.

Em 2018, o departamento já tratou dois casos específicos, com sucesso: um atleta que sofreu uma lesão complexa de um dos joelhos e foi operado pelo Dr. Sérgio Campolina, atual chefe de departamento do Cruzeiro; e um garoto de 15 anos e 2 metros de altura, que necessitava de trabalhos específicos de reeducação postural e fortalecimento muscular global. Em ambos, o trabalho multidisciplinar e a disponibilidade de recursos possibilitou o alcance das metas.

Segundo Wesley, todo sucesso do trabalho também depende do atleta. E dá a dica para quem quer se tornar um: “primeiro: é necessário querer ser atleta. Essa decisão implica uma série de questões, significa que você não poderá ter uma vida de um adolescente típico, seu tempo será curto. Segundo: dedique-se! Aprimoramento demanda treino e treino exige dedicação, que é a chave para voar cada vez mais alto. Por último, estude. Leia e aprenda com o máximo de pessoas possível: na escola, no treino, na fisioterapia… Aprenda com a visualização de vídeos técnicos e de gestos específicos. Pois quanto mais informações relevantes seu cérebro tiver, melhor será seu desempenho!”, pontuou.